Presa ,
Presa a esta estrada que parece cada vez maior, deixo por (grandes) momentos de sentir a inquietação com que corria para a fonte, parece que a ignorância se virou para mim ou as minhas escolhas se viraram para ela, não sei o que me trás esta carência afinal sempre estive nesta estrada e poucas foram as vezes que a fuga falou mais alto, mas agora nada mata esta sede, agora eu própria pareço salivar para ter sede!
Não conheço esta face , a moeda virou, mas eu não quero virar com ela, mas este grito mudo têm a força, perco-me nesta impudência de palavras e a força vai-se esgueirando por todo o lado , a vida não se prorroga , torna-se mais escassa a cada momento .
Presa a esta estrada que parece cada vez maior, deixo por (grandes) momentos de sentir a inquietação com que corria para a fonte, parece que a ignorância se virou para mim ou as minhas escolhas se viraram para ela, não sei o que me trás esta carência afinal sempre estive nesta estrada e poucas foram as vezes que a fuga falou mais alto, mas agora nada mata esta sede, agora eu própria pareço salivar para ter sede!
Não conheço esta face , a moeda virou, mas eu não quero virar com ela, mas este grito mudo têm a força, perco-me nesta impudência de palavras e a força vai-se esgueirando por todo o lado , a vida não se prorroga , torna-se mais escassa a cada momento .
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