quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Lágrima.

Os olhos abandonam as gotas de água, que desprotegidas (es)correm o rosto.
Cambaleando sobre a pele como se não exisisse um fim, como que se afinal nunca chegasse a ser despertada a cair.
Como se mantivesse sempre pelo olho e não fosse libertando consigo pequenas das pequenas gotas de água doce anteriores , e estas não se apoderassem do rosto.
A autorização para a vermelhão em que a cara fica não existe !
Mas isso também não altera o facto de ela assim estar !
A visão está desfocada e não existe nada que a possa deixar melhor.
Não há volta a dar, a única esperança está na escassez.

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