Um respirar ofegante perdeu-se , como que se o vento o tivesse levado para bem longe.
E caminhei sem saber o caminho, sem saber sequer o destino, sem nada para me guiar para longe da tempestade , abrigando-me naqueles pequenos consolos que se cruzavam comigo no caminho .
Cada passo , nesta (nossa) estrada, é uma pequena batalha pela felicidade , mas a maior de todas ainda vai demorar a chegar, não (me) garantes um escudo suficientemente forte para que um tufão não me derrube , fico demasiado frágil do teu lado, mas não me vou deixar cair.
Vou ficar perto das minhas barreiras que me protegem bem ou mal de algo que me magoe.
É preciso muito mais e isso é uma certeza sem vírgula.
domingo, 21 de março de 2010
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