Vejo tudo isto como se fosse um balão , um balão que não se fura , apenas recebe ar , umas vezes és tu que o enches , devagar e estranhamente , outras sou eu, dessas vezes nada se altera, é como se o meu ar nao fosse forte o suficiente para penetrar dentro dele .
O vento sopra , mas o tamanho mantém-se ou diminuí , o tempo leva ar , e tu já não me deixas forças suficiente para o suster e prender dentro do balão, já gasto demasiadas a evitar que o fures.
Espero a todo o momento , que não te consiga agarrar e voes para sempre .
Ou ates o cordel e não corra mais esse risco !
quarta-feira, 8 de julho de 2009
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