Depois de um longo percurso fiz uma breve pausa para respirar , o folgo já era raro e demorou a recuperar.
Deixei que o coração abrandasse e voltei a correr contra o vento , contra o tempo , ignorando o facto que todo o meu corpo fraquejava e tudo o que queria era não olhar para trás, eu sei , sei que não preciso de olhar para trás para saber que ainda lá estás ,que voltaria apenas a olhar para a tua rectaguarda , e que a escoridão voltaria a assombrar-me por breves momentos e a luz haveria de chegar .
E eu olho para trás , olho porque sou fraca demais , esta força é superior a mim, e o parágrafos não se fazem , apenas pontos finais , de eternas linhas de nada , farta e cansa esta visão , não existe vislumbre , o que existe ?
A mão só toca o vazio e é só mais uma linha .
quinta-feira, 23 de julho de 2009
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