As cinzas juntaram-se , e de entre todo o pó , vi erguer-se o corpo que já tão bem conheçido me é !
Ergueu-se da mesma forma , a forma como se formou , de tão perfeita rapidez .
Quando acho que o vento te soprá para longe , o caminho dele vira e vens (de novo) de encontro a mim , um empurrão , um leve tocar , duas vezes , e tudo recu-a , ou fica onde sempre esteve de forma diferente e ao mesmo tempo tão igual.
Os traços cruzam-ze , a linhas tornam-se direitas mas tão incertas , com breves pausas , mas carregadas ao fim de tais intervalos .
É tudo o mesmo de tudo !
O mesmo vulto .
segunda-feira, 27 de julho de 2009
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