segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fábula.

Apercebo-me agora, fui eu que criei esta fábula em mim , que deixei cresce-la , a magia invadiu-a e enfeitiço-me , para que fosse apenas aquela história que desejasse ouvir, pequenos duendes que vão fazendo crescer as flores de cor preciosa e rara , e que eu vou arrancando uma a uma sem saber , agora sei , as fadinhas não me contaram , voaram demasiado rápido , assim que cortei o primeiro perfume , mas estou feliz , estou feliz porque é o céu que está a chorar , porque a água provém de lá e não de meus olhos .
Sou (minha) novamente , dona de mim !

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