Estou indefesa e frágil novamente , és tu (agora) quem me dá este peso !
Apenas não consigo sentir ódio , porque ele não existe em mim , mas estou farta , do quão presa estou , quero apagar-te para sempre !
Vou dar-te um ponto final , e aí não existirá um novo parágrafo , é isso que tanto pedes e queres ?
Explica-te , não me invadas de dúvidas e incertezas .
O tempo já escasseou demasiado , as palavras esgotaram com ele , e o deserto que me ocupa avança cada vez mais , não sou nada e (agora) toda a culpa é tua , pára de forneçer energia a uma lampâda fundida.
Chega !
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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