quinta-feira, 25 de junho de 2009

Parede.

Empurraste-me de tal forma violenta que fui contra ela e voltei vitima ainda do mesmo impulso , esbarrei-me de tal forma que a face ficou negra como o alcatrão e roxa como uma violeta é só mais uma das tuas marcas .
Porque não voltas?
Vem , empurra-me novamente , até eu cair de vez e não me levantar, se vens quando não peço , porque não vens agora que te imploro?
A parede estava branca , mas tu pintas-te a minha cara de cor diferente , por breves segundos , mas mudou de cor , depois alastrou-se por todo o corpo , por fora e por dentro!

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